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cduriotinto



Sábado, 06.12.08

XVIII CONGRESSO DO PCP

«Sim, é possível: uma vida melhor para quem trabalha, lutando em defesa de direitos individuais e colectivos, contra o desemprego e a precariedade, por melhores salários e condições de trabalho», salientou Jerónimo de Sousa no discurso de encerramento.

O XVIII Congresso do PCP realizado no Campo Pequeno em Lisboa serviu para lançar as bases da actuação dos comunistas e eleger os órgãos centrais do Partido.

Este Congresso foi sem dúvida um momento de grande importância na vida política nacional. Foi o Congresso de um Partido forte e unido, com objectivos claros, de um Partido que propõe para o País uma política alternativa que, cada dia que passa, se torna mais incontornável e mais urgente.

O Congresso aprovou uma Resolução Política – as Teses – que constitui uma análise profunda da situação do País e do mundo, e que inclui as propostas do PCP para a mudança social que se impõe. Um Resolução Política que reafirma a base ideológica do Partido, a sua actualidade e o seu desenvolvimento criativo em relação com a vida.

Os delegados ao Congresso elegeram um novo Comité Central com base numa proposta que emanou e foi construída com o envolvimento e opinião dos organismos e organizações do partido, correspondendo aos critérios da renovação e rejuvenescimento, de composição social, de ligação à organização e às massas, com uma ligeira redução.

Jerónimo de Sousa foi reeleito por unanimidade como Secretário-Geral do PCP.

Jaime Toga, membro da Direcção Regional do Porto e responsável concelhio de Gondomar, foi eleito para a Comissão Política do Comité Central.

O Congresso decorreu num ambiente de fazer inveja a muitos outros e com imagens que impressionaram os mais cépticos, levando muito comentadores a ter que reconhecer que estavam perante um grande evento, uma grande organização e um grande Partido.

Terminado o XVIII Congresso, é necessário dar continuidade ao trabalho, pelos objectivos a que o nosso Partido de propõe.

Em Rio Tinto tem sido este o nosso lema, uma actividade constante, mas é preciso fazer mais, para isso é importante que mais camaradas participem na nossa luta, queremos continuar a ouvir as pessoas a dizer: "só vocês é que fazem alguma coisa! ...os outros só aparecem nas eleições!"

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por cduriotinto às 15:29



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