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Quinta-feira, 20.11.08

COMÍCIO DO PCP EM GONDOMAR (RIO TINTO)

Mais de uma centena de militantes e simpatizantes do PCP encheram o auditório do Centro Cultural de Rio Tinto, num Comício promovido pela Comissão Concelhia de Gondomar, no âmbito da preparação do XVIII Congresso do Partido, que se vai realizar nos dias 29 e 30 de Novembro e 1 de Dezembro.

Após cerca de 45 minutos de música popular interpretada por Jorge Lomba, que animou os presentes com canções de Zeca Afonso, Adriano e Ary dos Santos, homens que tiveram um importante papel interventivo no passado e que foram recordados com emoção.

António Valpaços, membro da JCP e da Comissão Concelhia iniciou a fase de intervenções.

Começou por abordar a política do Governo que tem prejudicado fortemente a juventude. Destacou uma das grandes chagas da actualidade que é o trabalho precário, que lesa fortemente os mais jovens, os baixos salários e o problema bem actual da educação.

Lembrou que o desemprego também é sentido com grande relevo em Gondomar, onde existem mais de 800 jovens licenciados sem emprego e em que um terço dos desempregados tem menos de 35 anos.

De seguida fez a sua intervenção Daniel Vieira, membro da Comissão Concelhia.

Destacou alguma da actividade do Partido no Concelho, como o recrutamento, a criação do sector das empresas, a luta que desenvolvida e que abrangeu vários sectores do Concelho, desde os transportes, os ramais de saneamento, o problema da recolha de lixo durante o fim de semana e a participação dos comunistas de Gondomar nas jornadas de luta contra a política de direita do actual Governo do PS.

A encerrar, falou o camarada Francisco Lopes, da Comissão Política e do Secretariado do PCP,  que fez uma abordagem exaustiva sobre a crise capitalista em curso, apontando os seus responsáveis, não deixando de apontar como um contra-senso as contradições do Governo, que obrigou o povo a enormes sacrifícios, para que se cumprisse o Pacto de Estabilidade e Crescimento, dizendo constantemente não haver dinheiro para aumentar melhorar as pensões e os ordenados, mas agora ter dinheiro para distribuir pelos mais abastados e por muitos que fizeram uma gestão denosa nos locais por onde passaram, mais concretamente os ligados ao sector bancário.

Abordou igualmente o sistemático ataque aos direitos dos trabalhadores, sobre o pacote laboral que é fortemente prejudicial para quem trabalha, ao contrário do que o Governo quer fazer crer.

Rio Tinto / Novembro 2008

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por cduriotinto às 23:27



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